Filmes e Negócios: Tropa de Elite 2

Uma ferramenta muito utilizada por quem trabalha com palestras e treinamentos é o uso de filmes para ilustrar situações de todos os tipos. Pode se passar partes de um filme e analisá-lo de acordo com os objetivos propostos, deixar rodar o filme e trabalhar com dinâmicas, entre outras formas.

Vamos pegar como exemplo o filme Tropa de Elite 2.  Para quem assistiu aos dois filmes da série, uma máxima que ficou bastante clara é quando o Capitão Nascimento diz: “Missão dada é missão cumprida”. Trazendo para os negócios, podemos imaginar isso como sendo uma tarefa que temos que fazer. Se nos propomos a realizar algo, então vamos realizar. Nada de fazer pela metade ou deixar para depois. Você tem uma missão para cumprir. Se a recebeu, cumpra-a.

E mais: se vai cumprir, faça o melhor que puder. Porque, se vamos dispor de um tempo de nossas vidas para realizar a tarefa, que esse tempo utilizado valha a pena. Se algo é digno de nosso tempo, é digno de ser feito com qualidade. Até porque ninguém tem tempo para perder.

Outra lição: Antes de todas as missões, o Capitão Nascimento fala com sua equipe incentivando-a, mostrando que eles são uma família e que são peças importantes de um todo. Se você é chefe, qual foi a última vez que você inspirou seus funcionários? Qual foi a última vez que você demonstrou quão importante são as pessoas que trabalham para você?

Palavras de incentivo aumentam a auto-estima de todos, os fazem trabalharem melhor, com mais empenho. Ser chefe não é ficar com a porta trancada e nunca ouvir seus funcionários. Assim como você, em alguma vez da sua vida precisou de uma palavra de motivação, seus funcionários também precisam.

No filme o Capitão Nascimento também diz: “Eu transformei o BOPE numa máquina de guerra”. Em outras palavras: levou a equipe ao máximo, conseguiu com que todos tivessem um desempenho acima da média, conseguiu extrair o melhor de cada um. E na sua empresa, será que todos dão o melhor de si? Não estou dizendo para transformar pessoas em máquinas, mas sim, em fazer com que cada uma delas faça o melhor que puder, que consigam superar limites.

No final do filme quando o Capitão Nascimento sofre uma emboscada saindo do hospital, temos outra lição importantíssima: saber antever o que pode acontecer, planejar e ter uma equipe confiável, que estará ao lado da empresa quando necessário. Se naquele momento o Capitão Nascimento não tivesse previsto que sofreria uma emboscada, não tivesse planejado um contra-ataque e não tivesse contado com uma equipe de confiança, as coisas teriam ficado pior para ele. Por isso, é necessário conhecer bem o mercado que atua, o comportamento de todos os envolvidos (clientes, concorrentes, fornecedores, etc), planejar para não ser pego de surpresa por acontecimentos “inesperados”, e ter uma equipe que vista a camisa da empresa.

Bom, esse é um exemplo de como podemos utilizar um filme para falar sobre negócios. Espero que tenham gostado. Futuramente falarei sobre outros filmes e suas relações com o mundo dos negócios.

Grande abraço e sucesso!!

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  1. De longe, o melhor filme nacional, e um ótimo post, Celsão
    “A RESPONSABILIDADE É MINHA, O COMANDO É MEU”
    CAVEIRA!

    • Celso
    • 1 de fevereiro de 2011

    Grande Maurício!

    O líder é diferenbte do Chefe/Patrão. Este só sabe mandar e colocar a culpa nos outros. Já, um líder, assume toda a responsabilidade e tira o melhor da sua equipe. Pode parecer pouco, mas há uma graaande diferença.

    Grande abraço e sucesso!!

    • zigomar
    • 20 de fevereiro de 2011

    OLÁ CELSO, Tropa de elite é bom filme. Gostei da dica de pegalo e utilizar numa palestra, focando os assuntos necessário ao treinamento de equipe da empresa. Além disso a função do lider é saber explorar o potêncial de cada funcionário, sabendo que um bom funcionário rende 80% do seu potêncial.
    Abraço, sucesso você merece.

    • Celso
    • 22 de fevereiro de 2011

    Olá Zigomar, tudo bem?

    Realmente, se 100% dos funcionários no Brasil dessem 100% de esforço no trabalho, as empresas brasileiras faturariam cerca de R$ 110 bilhões a mais por ano. Fontes de pesquisas mostraram esses dados. Mas aí caímos naquela velha questão: funcionários desmotivados por conta dos chefes…e chefes desmotivados por conta dos funcionários.

    Grande abraço e sucesso!

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