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O Processo de Aprendizagem

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“Se uma pessoa aprendeu algo, ela pode aprender qualquer coisa.” (Autor desconhecido)

Você, professor, já parou para pensar em como aprendemos?

Será que aprendemos apenas dentro de uma sala de aula, com a educação formal? Ou, também, temos o que a vida nos ensina, com a educação informal?

Uma vez eu estava conversando com uma senhora que queria voltar a estudar para distrair a cabeça e não ficar em casa sem fazer nada. Mas que ela estava em dúvida sem voltava ou não, porque tinha medo de não acompanhar os outros alunos.

Eu fiquei pensando na quantidade de conhecimento que ela deveria ter acumulado ao longo dos mais de cinqüenta anos de experiência de vida. Ela poderia não ter a educação formal de escola, mas ela foi capaz de criar os filhos, de cuidar de uma casa, de manter uma família, de trabalhar fora. Se ela conseguiu fazer tudo isso, a aula ela tiraria de letra.

Você já deve ter frequentado reuniões, cursos, palestras e até mesmo aulas nas quais você ficava sentado, parecendo que prestava atenção, mas sua cabeça esta a milhares de quilômetros de distância. Quando não, estava perdido sem entender o que era passado.

Será que o problema era com você ou com a forma que lhe era passado? Pense nisso.

Grande abraço e sucesso!!

Grande abraço e sucesso!!

O orgulho das escolas

Qual é um dos maiores orgulhos que uma escola tem?

Acertou quem disse que é exibir em uma propaganda os alunos que foram aprovados nos vestibulares. Nós tivemos “x” aprovações, “y” alunos em primeiro lugar, “n” motivos para você estudar aqui porque nós aprovamos mais.

Até hoje eu não me lembro de nenhuma escola que tenha exibido alguma propaganda falando que o dono da empresa “z” foi aluno daquela escola, que aquela pessoa que implantou um projeto social que modificou várias comunidades carentes estudou na escola “v”, que a escola “p” forma mais empreendedores do que qualquer outra instituição de ensino, e assim por diante.

Em tempos que as únicas empresas que irão sobreviver serão aquelas que possuem algum diferencial competitivo, por que as escolas continuam adotando o mesmo argumento do vestibular em suas propagandas? Será que é porque todos as outras fazem a mesma coisa? Se for, caímos no meu artigo anterior sobre ousadia.

As escolas não precisam mudar o foco de preparar os alunos para o vestibular, porém podem ampliar esse foco adicionando a educação empreendedora.

Escolas, pensem no diferencial que vocês podem ter se ampliarem o foco. Fica a dica.

Grande abraço e sucesso!!

Ouse

Qual foi a última vez que você ousou? Qual foi a última vez que você foi contra o tradicional? Que foi contra a maré?

Se você lembra, como você se sentiu? Livre? Realizado(a)? Vivo(a)?

Creio que para muitas escolas, alunos, pessoas, empresas, etc, o que falta é a tal da ousadia. É muito cômodo termos a mesma opinião que todos têm, assim evitamos algum tipo de “conflito” para passarmos a nos sentir mais aceitos pelo grupo/sociedade. Afinal, o que é comum, é mais “seguro”.

Eu vejo a educação empreendedora como uma ferramenta para termos mais ousadias no mundo. A história está cheia de exemplos de pessoas ousadas, que tiveram coragem de fazer a diferença e acreditar que poderiam ser donas de suas próprias vidas.

Imagine se Santos Dumont tivese desistido quando falaram para ele que era loucura as pessoas conseguirem voar como os pássaros. E se Colombo tivesse voltado com as caravelas ao invés de desbravar os mares? E se o homem tivesse ficado apenas admirando a lua aqui da Terra e não fosse lá conferir? Isso tudo foi ousadia.

Agora imagina se os alunos fossem estimulados a mudar o mundo? E se as escolas estivessem dispostas a pelo menos “experimentar” a educação empreendedora? Seria muita ousadia? Talvez não teríamos mais Santos Dumont, Colombo, Neil Armstrong, Steve Jobs, etc, por aí?

É como dizem por aí: quem vence na vida não são os mais inteligentes, são os mais ousados. Pense nisso.

Grande abraço e sucesso!!

 

Quando se perde o brilho nos olhos

Deve ser muito triste para qualquer pessoa peder a motivação e começar a agir no “piloto automático”, seja no trabalho, na vida, no casamento, etc.

Creio ser importantíssimo termos motivação para acordar todos os dias e termos orgulho de dizer que fazemos algo de que gostamos, de chegar no domingo a noite e não se desanimar pelo fato da segunda-feira estar chegando e termos que começar mais uma semana. Uma vez alguém me disse que a melhor coisa de segunda-feira, é o fato de ser o dia mais longe da próxima segunda. Essa pessoa com certeza não gosta do que faz.

Todos os dias temos a oportunidade de nos reinventarmos, de sermos melhor do que no dia anterior, porém, muitos passam o dia reclamando e não fazendo nada para mudar a situação. Eu penso da seguinte maneira: se você não gosta do que faz, ou aprende a gostar ou então muda de área, mas ficar só reclamando não vai te levar a nada.

Geralmente perguntos nas aulas quem gosta do que faz e a média não passa de três, quatro pessoas em uma sala com trinta, quarenta alunos. Eu acho isso extremamente complicado, pois se nós estamos infelizes no que fazemos, como poderemos nos dedicar e oferecermos um serviço de qualidade? A pessoa está infeliz, não presta um bom serviço, o cliente recebe essa prestação do serviço, não gosta e sai reclamando, acaba descontando em alguma outra pessoa, que desconta em outra e assim vai indo. Vira uma bola de neve. Por isso, quando perdemos o briho nos olhos daquilo que fazemos, não prejudicamos apenas a nós, mas a outras pessoas também.

Eu sei que você pode estar pensando que precisa trabalhar, que nem sempre podemos fazer o que gostamos, que a vida não é desse jeito. Mas será mesmo? Será que não podemos ter controle sobre nossa própria vida e buscarmos mais felicidade e prazer? Será que não conseguimos “ganhar dinheiro” fazendo aquilo que gostamos? Por que não? É como diz quele ditado: “Sabendo que era impossível, foi lá e fez”.

Brilho nos olhos, chama acesa, vontade, motivação, ser feliz, ter prazer no que se faz, etc. Não importa o nome que se dê para essa sensação, o importante é que nós fomos feitos para ser felizes. A  decisão é sua. Pense nisso.

Grande abraço e sucesso!!

Jeitinho Brasileiro

Ontem (16/02) encerrei as aulas sobre empreendedorismo com uma turma de alunos de um curso técnico em meio ambiente. Muitos esperavam por uma aula que falasse sobre Bill Gates, Eike Batista, etc. Mas quando comecei a mostrar que empreendedorismo é atitude, eles se surpreenderam com os casos de empreendedorismo popular e social existentes pelo Brasil.

Um exemplo desse tipo de empreendedorismo, é o da Pipoca do Valdir. Um cara que resolveu fazer a diferença no seu ramo de atuação e acabou inovando, mesmo tendo em seu produto uma commodity (produto comum, basicamente).

Ao analisar o vídeo, eu vejo que esse deveria ser o legítimo jeitinho brasileiro e, não, aquelas falcatruas de querer levar vantagem em tudo. A famosa “lei de Gerson”. Isso não tem nada a ver com jeitinho, tem a ver com enganação e uma sacanagem para com o povo brasileiro.

Nós somos um povo extremamente criativo e batalhador. E essas características é que deveriam ser valorozadas. Você concorda?

Qual o melhor jeitinho brasileiro que você já viu?

Grande abraço e sucesso!!

Palestra: Empreendedorismo Superior

Que tal levar um curso ou uma palestra para sua escola, empresa ou cidade?

A palestra “Empreendedorismo Superior” é voltada para estudantes de cursos de graduação e/ou técnicos, e trata sobre empreendedorismo e possibilidades de carreira. O Objetivo é mostrar à esses alunos que existem outras opções para suas carreiras profissionais além de serem empregados em alguma empresa.

Para maiores detalhes e outras possibilidades de curso e palestras, acesse o site: www.desenvolvatch.com.br

Grande abraço e sucesso!!

Os Alunos e a Carpa

Ontem (14/09) tive a oportunidade de voltar à faculdade na qual me formei na graduação, para dar uma palestra sobre EMPREENDEDORISMO. Foi muito bom ver que os alunos estão com o desejo de ter suas próprias empresas no futuro.

Durante a apresentação fui fazendo algumas perguntas e pude perceber que muitos possuem a vontade mas não o fazem por falta de incentivo e por falta de saber qual caminho seguir.

Com isso, me lembrei da história da Carpa, que é um peixe que cresce de acordo com o tamanho do ambiente em que vive. Se ela fica em um tanque pequeno, crescerá pouco. Se estiver em um rio, crescerá mais. E isso é extremamente interessante se analisarmos pela visão do emprendedorismo.

A falta de incentivo é, talvez, o maior empecilho para que os alunos cresçam e desenvolvam todo seu potencial. É como se eles fossem Carpas que vivem em um tanque pequeno: podem crescer mais, mas não o fazem pelo fato de não estarem em um ambiente que permita tal crescimento.

E quando um ambiente de educação, como a faculdade, faz um ato extremamente louvável para tentar incentivar os alunos e leva uma palestra sobre emprendedorismo para eles, deve ser parabenizada. Para os alunos, vai fazer a diferença? Talvez não da noite para o dia, mas pelo menos, uma semente foi plantada. A menos, foi mostrado aos alunos que eles podem partir para um “tanque maior” e crescerem ainda mais.

É aquele velha estória quando perguntaram para um senhor como ele havia feito para andar dois mil quilômetros a pé. E ele respondeu: “Foi simples. Dei o primeiro passo, e o restante veio na sequência”. Pense nisso.

Grande abraço e sucesso!!