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Lições de Stanford

O paulistano Mike Krieger, 25, viveu uma história típica da região do Vale do Silício, polo tecnológico na Califórinia (EUA). O enredo: dois jovens montam um negócio sem grandes pretensões e, depois de pouco tempo, vendem-no por uma fortuna.

A empresa, claro, é o Instagram, rede social de compartilhamento de fotos que o Facebook adquiriu na semana passada por US$ 1 bilhão.

Antes de protagonizar o episódio, Krieger e seu sócio, Kevin Systrom, cursaram o “Stanford Technology Ventures Program”, um programa para protoempreendedores do departamento de engenharia da Universidade Stanford.

O curso, explica Matthew Harvey, que trabalha no centro como facilitador, não é voltado apenas para os que estudam engenharia, mas para qualquer aluno da universidade. São oferecidas 15 vagas por ano.

Como parte do programa, os estudantes estagiam em uma das várias empresas iniciantes da região. “Os alunos fazem um mini-MBA, escolhem uma ‘startup’ para trabalhar por três meses, voltam às aulas e compartilham histórias”, explica Harvey.

Outra empresa moldada pelo programa é a Hearsay Social, que ajuda corporações a gerenciar perfis em mídias sociais.

ESTUDO DE CASO

Stanford mantém outro centro para formação de empreendedores, ligado à escola de negócios -o “Center for Entrepreneurial Studies”.

O sócio-diretor da DGF Investimentos Patrick Arippol, 40, fez MBA na universidade norte-americana e depois trabalhou nesse centro, intermediando contatos entre empresários que iam palestrar e professores.

Ele diz que Stanford privilegia estudos de casos.

No entanto, as histórias precisam se desenrolar no presente, e a escola faz questão de que elas sejam contadas pelos próprios protagonistas.

Fernando Okumura, 33, dono da Kekanto, uma desenvolvedora de aplicativos, foi aluno da Stanford e conta um exemplo do que aprendeu: em um curso para lidar com situações comuns à rotina do gestor, simulou a demissão de um funcionário.

Outra característica que ambos salientam é aproximação com os fundos de financiamento que podem injetar capital nas “startups”.

“Se uma universidade convida um investidor para o corpo docente, terá alguém que já viu muitos projetos e que pode calibrar as ideias dos estudantes”, afirma Arippol.

Ele mesmo gostaria de conhecer alunos promissores e colocar dinheiro em novos negócios.

Notícia retirada daqui.

O que a escola ensina X O que o mercado pede

Em uma matéria publicada pelo site InfoMoney, só vem a confirmar que nosso sistema de educação está defasado. Quase 50% dos estudantes  não se sentem preparados para entrar no mercado de trabalho, e boa parte desse grupo ainda reclama que a instituição de ensino não está voltada para o ambiente profissional.

Os dados são de uma pesquisa realizada pela comunidade virtual de trabalho Trabalhando.com. Após entrevistar 300 estudantes brasileiros, a empresa descobriu que 45% deles não se sentem seguros para partir para o mundo profissional.

Desses, 28% não sentem que seus cursos estão voltados paraorientá-los  sobre como atuar no ambienteprofissional e 19% ainda afirmam que as instituições são totalmente voltadas para a área acadêmica.

Preparados
Apesar da alta taxa de inseguros, 55% dos estudantes entrevistados se consideram prontos para o mercado de trabalho. Dos que se sentem seguros, 36% afirmaram que a grade curricular do seu curso contempla tanto aulas práticas como teóricas, com foco na carreira e em sua área de atuação.

A pesquisa ainda mostrou que 19% dos estudantes se sentem preparados sobretudo por conta das atividades extracurriculares que as faculdades que frequentam oferecem como palestras, cursos e seminários, por exemplo.

Responsabilidade das instituições
A faculdade e a universidade são os grandes responsáveis por ensinar aos novos profissionais questões que envolvem o mundo corporativo, mas parece que isso não está sendo feito. Observa-se que são poucos os cursos que se preocupam em inserir em sua grade curricular matérias que abordem questões sobre rotina profissional e comportamento.

O diretor geral da Trabalhando.com, Renato Grinberg, entende que os números refletem o que é possível observar no dia a dia, ou seja, candidatos a processos seletivos, de estágio ou trainee que não têm familiaridade nenhuma com um ambiente profissional. Grinberd ainda destaca duas das principais fraquezas que ele observa nos candidatos: falta de pontualidade e de respeito à hierarquia.

Para os interessados, Grinberg elaborou algumas dicas que podem ajudar:

  • Participe de grupos de discussão on-line ou presenciais que falem sobre liderança e empreendedorismo;
  • Aproveite todas as atividades extracurriculares que sua instituição oferece, como “empresa júnior”, laboratórios e atendimento à comunidade, entre outras;
  • Atue como voluntário em instituições que trabalhem na sua área de estudo. Essa ação, além de trazer um pouco experiência, incrementa o currículo;
  • Participe de palestras e feiras que abordem temas ligados à área que deseja atuar no futuro;
  • Converse com profissionais que já têm experiência. Isso ajuda a entender melhor como se comportar no trabalho e como é sua rotina.

Google lança serviço para achar vítimas de terremoto no Japão

O Google lançou uma versão da ferramenta de encontrar pessoas voltado estritamente à localização de vítimas do terremoto no Japão nesta sexta-feira.

Um forte tsunami, gerado por um terremoto de magnitude 8,9, matou ao menos 300 pessoas hoje no país e dizimou barcos, carros e casas, gerando ainda incêndios em diversas aéreas afetadas. No entanto, o número de vítimas não deve parar de crescer, já que a polícia informou que entre 200 e 300 corpos foram encontrados em Sendai, na costa nordeste do país, cidade mais atingida pelo tremor.

O site do Google funciona como um quadro de mensagens e um diretório, por meio do qual as pessoas podem procurar por parentes e amigos, além de escreverem notas com o intuito de descobrir se pessoas estão a salvo.

O serviço, que já se comprovou bastante útil em outros desastres de grande magnitude, pode ser adicionado em sites e páginas de redes sociais.

Muitos voluntários de vários países ajudam na composição do banco de dados do sistema de localização de pessoas do Google, cujo uso inicial ocorreu durante o terremoto do Haiti, em janeiro de 2010. A ferramenta foi desenvolvida a partir do trabalho feito após a passagem do furacão Katrina, que devastou a cidade de New Orleans em 2005.

Notícia retirada daqui.

70% dos clientes querem acessar as empresas via mídia social

O estudo encomendado pela Siemens Enterprise chamado “Social Media Means Serious Business” é relevador e tem uma mensagem clara: as empresas ainda não entenderam o potencial de oportunidades que as mídias sociais podem oferecer para os negócios e no relacionamento com os clientes.

O estudo foi realizado pelo Yankee Group e publicado em julho de 2010. Foram 750 entrevistas online com consumidores e empregados para identificar suas opiniões e necessidades em relação ao uso de mídia social e suas interações com as empresas. A pesquisa é bem recente e foi feita entre março e abril de 2010. Recomendo a leitura do documento por inteiro, ele é repleto de números e avaliações interessantes. Este é daqueles que vale a pena imprimir para ler com calma e… guardar.

O estudo mostra que os clientes desejam interagir com as empresas através das mídias sociais. A satisfação dos consumidores em suas interações com as empresas é de apenas 65%, ou seja, existe uma grande oportunidade para melhorar este índice. Afinal, não é novidade que os contact centers das empresas provocam verdadeiros arrepios em seus clientes, né?

Eis alguns “findings” interessantes do estudo:

70% dos consumidores entrevistados gostariam de ter acesso a especialistas e suporte via canais de mídia social. E não é só isso, ele dizem que confiam nas informações que recebem das empresas por meio destas plataformas.

58% deles dizem que uma comunicação regular da empresa via mídia social aumentaria a confiança que eles têm na companhia.

50% dos entrevistados utilizam a mídia social diariamente ou várias vezes ao dia.

80% acham importante que as empresas monitorem as mídias sociais para descobrir o que os clientes estão falando, e 75% afirmam que elas deveriam ver especificamente os comentários postados pelos indivíduos. Ou seja, o pessoal está dizendo para as empresas: É para fazer pente fino mesmo!!

Aproximadamente 70% dos funcionários dizem que necessitam de melhores ferramentas para rastrear e gerenciar a mídia social para os negócios. Eles também gostariam de contar com a capacidade de iniciar uma sessão de webconference automaticamente a partir de um chat no trabalho e convidar contatos pessoais e profissionais para participar.

Não existem dúvidas que as mídias sociais têm enorme potencial para criar um novo perfil de relacionamento entre empresas e clientes. Porém, o estudo afirma que somente 30% das empresas estão preparadas para isso e lista uma série de complicadores.

É evidente que as empresas que saírem na frente vão conquistar clientes e credibilidade, principalmente entre a turma da geração Y que mostra clara preferência pelo uso das mídias sociais no ambiente de trabalho. Este é um desafio e tanto para as empresas!! Aliás, o estudo tem dados interessantes a respeito do perfil dos consumidores e trabalhadores da nova geração.

O conjunto da obra deste estudo permite muitas conclusões interessantes, mas destaco quatro:
1- Os clientes desejam que suas relações com as empresas melhorem e acham que as mídias sociais é um bom caminho para isso;
2- As empresas devem ver as mídias sociais como uma ferramenta para melhor servir ao cliente, não apenas vender… servir é bem diferente de vender;
3- A nova geração vem a galope, portanto atender as suas necessidades e desejos definirá o sucesso das empresas;
4- As empresas ainda não estão estruturadas para o mundo das redes sociais. Segundo o estudo, o maior desafio para as empresas é integrar essas ferramentas sociais aos seus contact centers.

Notícia retirada daqui.

Saiba o que diferencia as 20 empresas mais admiradas no mundo

SÃO PAULO – Capacidade de atrair e reter talentos, liderança e gestão de desempenho qualificadas e boa estratégia e execução são alguns fatores que diferenciam as “20 empresas mais admiradas no mundo”.

A Fortune combinou a pesquisa a “Empresa Mais Admirada da América” (AMAC) com o estudo “Empresa Mais Admirada do Mundo” (WMAC) para gerar um único ranking global. No geral, foram pesquisadas 667 empresas de 33 países. As análises envolviam desde a capacidade de atrair e reter talentos até a eficácia na condução global dos negócios.

Com base nos resultados, a consultoria Hay Group focou os números em questões relacionadas ao engajamento dos profissionais para fazer uma pesquisa conduzida pela gerente de pesquisas organizacionais, Caroline Marcon. Observou-se que as mais admiradas definem engajamento de maneira clara, além de cobrarem resultados de seus gestores, executivos e profissionais do RH (Recursos Humanos).

As tops
Conheça as “20 empresas mais admiradas do mundo”:

As 20 empresas mais admiradas em todo o mundo
Posição Empresa
Apple
Google
Berkshire Hathaway
Johnson & Johnson
Amazon.com
Procter & Gamble
Toyota Motor
Goldman Sachs Group
Wal-Mart Stores
10º Coca-Cola
11º Microsoft
12º Southwest Airlines
13º FedEx
14º Mc Donald’s
15º IBM
16º General Electric
17º 3M
18º JP Morgan Chase
19º Walt Disney
20º Cisco Systems
Fonte: Hay Group

Engajando com sucesso
Quando perguntado aos executivos qual a frequência com que eles compartilham as informações sobre níveis de engajamento dos profissionais, verificou-se com sobras a profundidade da questão.

Enquanto 33% dos executivos dos grupos de empresas não tão admiradas afirmavam informar os investidores sobre engajamento interno, esse número avançava para 45% quando se tratava de algum empresário das admiradas.

O mesmo processo de aviso sobre o engajamento interno acontece nas conversas com novas contratações – em 65% das empresas mais admiradas e em 56% das não tão admiradas – e nas com clientes atuais ou potenciais – 51% e 30%, respectivamente.

De acordo com a pesquisa, verificou-se que as empresas que investiram em engajamento reduziram, principalmente, o turnover e as reclamações em relação a salários justos e equitativos, além de criarem uma vantagem competitiva no mercado.

Recessão x frutos
A pesquisa analisou ainda o comportamento dessas empresas durante a recessão econômica. O que se viu foi uma tática nada conservadora frente ao período que causou “calafrios” entre os empresários de todo o mundo.

Ante as demais companhias globais, entre as ações das mais admiradas estavam: o baixo congelamento das contratações e dos salários, além do baixo número de demissões.

Registrou-se ainda que tais empresas estão saindo da recessão com um ambiente interno muito mais favorável do que quando entraram, com a promoção de altos níveis de engajamento dos funcionários, inovação e organização, somadas à otimização da produtividade.

Na comparação com dois anos atrás, essas companhias apresentaram consistentes taxas de engajamento dos funcionários. Houve mudanças quanto à lealdade dos funcionários, à organização, na facilidade de recrutar talentos para posições-chave e na frustração entre funcionários relacionada a condições de trabalho não condizentes com seu sucesso.

Notícia retirada daqui.



Negócios online se fortalecem com planejamento de marketing

Os negócios on-line são bem-vindos no Brasil. Cada vez mais empresas percebem que a internet é importante para acrescentar as vendas e, em muitos casos, é o principal plano de negócios de uma marca. Dados da e-bit encorajam o investimento já que, para este ano, espera-se um crescimento geral de vendas de cerca de 40%, se comparado a 2009.

Junto ao cenário favorável de se investir em mecanismos digitais rentáveis está a barreira da desconfiança que ainda existe para alguns e-consumidores. Isto está mudando graças a ações dos próprios players com relação à percepção do consumidor com dicas para uma compra segura. Os cliques feitos por 18 milhões de pessoas negociando pela primeira vez na internet em 2009 deram o aval para o acesso das grandes marcas do varejo à internet.

Se os números do ano passado animam, os de 2010 são ainda melhores. Espera-se 23 milhões de consumidores comprando seu primeiro bem de consumo ou serviço usando a internet que, em média, gastarão R$ 380,00, segundo a e-bit. A razão para o otimismo com relação aos negócios on-line nasce com o bom momento da economia nacional e com o aumento do poder de compra da classe C.

Entrega X preço

“Levando-se em conta a sazonalidade e o índice de entrega, o setor que tem feito o melhor trabalho é o de eletroeletrônicos”, aponta Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, em entrevista. De acordo com os números da empresa, os clubes de compras despertam o maior interesse em negócios on-line apesar de apresentam média de entrega superior a média geral do e-commerce.

O comum hoje é a entrega em 24 horas. O que difere os clubes de compra, além do extenso prazo de entrega, é o menor preço. “O problema é dizer que entrega e não cumprir. Não adianta estar fora do que o mercado pratica e não conseguir exercer os acordos comerciais”, alerta Umberti. A recente entrada do Carrefour na esfera de negócios on-line mostra que a interpretação incorreta do mercado virtual pode causar uma expectativa maior que a esperada.

“A leitura equivocada da varejista francesa sobre a demanda deste novo canal, nos primeiros dias, teve impacto na entrega. Mas rapidamente foi solucionada e atingiu níveis de excelência. É preciso estar atento ao consumidor, ser fiel a sua estratégia e entender qual é a identidade para dar foco ao negócio”, ensina o diretor de marketing da e-bit.

Web X PDV

Se os destaques positivos dos negócios on-line são o crescimento de setores proeminentes de eletrônicos, com a chegada da Copa 2010, e o de camisetas personalizadas, os negativos são as empresas que investiram em vendas de CDs e DVDs, principalmente por causa da pirataria e das cópias oriundas da própria web.

Outro fator que encoraja o investimento em negócios on-line é, primeiramente, a economia com relação a uma loja física. “Esta é a principal diferença. Optamos pela internet porque gastamos 30% do valor de uma loja física bem localizada, sem falar nos espaços em shoppings”, aponta Gustavo Menna, diretor da marca de moda masculina Brave.

Dos e-consumidores da Brave, 20% deles conheceram a marca por indicação. Este é mais um ponto a favor dos negócios on-line, que já contam com a força das redes sociais e do boca a boca dos internautas. “O nosso diferencial com relação às grandes marcas são os vídeos no site para demonstrar os produtos. Este sistema de e-commerce é pouco disseminado no Brasil”, diz Menna.

Negócios nas redes

Parceira da Brave no ambiente digital, a byMK estudou o comportamento de seus usuários e percebeu que a web é onde as pessoas querem se expressar. “Se as marcas estiverem neste contexto podem entrar nesta conversa e ajudar na auto-expressão dos consumidores”, salienta Flávio Pripas, fundador da rede social voltada para moda.

A byMK aposta em um modelo  de negócio que oferece 100 combinações diferentes para um item de vestuário, masculino ou feminino, pela web. Caso haja o interesse pela compra, a ferramenta informa o endereço do ponto-de-venda. “O principal é se engajar com o seu cliente. Estar onde poderão prestar um serviço de qualidade. Se o segmento for moda, é preciso ajudar quem tem dúvidas sobre como se vestir e não ter apenas uma página bonita na internet”, ensina Pripas.

Apesar do sucesso e do crescente número de adeptos às redes sociais, é possível ganhar mercado na internet investindo em sites corporativos. “Não recomendo entrar nas redes sociais sem uma estratégia clara do que fazer. Ao entrar neste ambiente é preciso ter consistência porque a empresa será comentada. Felizmente, as companhias estão deixando de digitalizar o catálogo para ter uma presença mais madura na web”, completa Pripas.

Notícia retirada daqui.

Ação da Liebherr – Guindaste Aranha

Ação realizada pela Liebherr.

A empresa familiar Liebherr foi fundada no ano de 1949 por Hans Liebherr. O grande sucesso do seu primeiro guindaste móvel de torre, de fácil montagem e baixo preço formou a base da empresa. Hoje, a Liebherr não é apenas uma das maiores fabricantes de máquinas para construção do mundo, mas também é reconhecida em muitas outras áreas como fornecedora tecnicamente exigente, com produtos e serviços orientados para a finalidade a que se destinam. Assim, a empresa cresceu e tornou-se um Grupo de empresas com mais de 32.600 funcionários em mais de 100 empresas em todos os continentes.

O grupo de empresas organizado de forma descentralizada, está subdividido de maneira abrangente em unidades empresariais que operam autonomamente. Desta forma, a proximidade com o cliente é assegurada, possibilitando capacidade de reação flexível aos sinais do mercado na concorrência global. As empresas de fabricação e de comercialização de cada segmento de produto estão subordinadas à direção operativa de empresas líderes de divisão. A empresa líder do Grupo é a Liebherr-International AG em Bulle/Suiça cujos proprietários são exclusivamente elementos da Família Liebherr. A empresa familiar, na sua segunda geração, é dirigida conjuntamente pelos irmãos Isolde Liebherr e Willi Liebherr.